Projeto JuçaraMeio ambiente e desenvolvimento comunitário

O Projeto Juçara

Patrocínio PetrobrasO Projeto Juçara se fundamenta na divulgação e expansão da utilização dos frutos da palmeira juçara para produção de polpa alimentar e seu uso na culinária; consolidação de sua cadeia produtiva, por meio da difusão do manejo sustentável da juçara para geração de renda, associada a atividades de recuperação da espécie e da Mata Atlântica; e a reconversão produtiva de áreas, contribuindo com a fixação de carbono. Saiba mais »

IPEMA cria Observatório da Juçara

O IPEMA vem realizando uma série de mudanças, com o objetivo de reestruturar seu espaço, e para isso algumas obras estão acontecendo: a finalização de um alojamento, construído com técnicas de pau a pique e adobe, e início de um novo espaço, para atender melhor ao público que frequenta os cursos e vivências oferecidos pela instituição.
Porém, o destaque fica para o Observatório da Juçara, em plena construção. O Observatório faz parte dos espaços para conscientização do público sobre a palmeira Juçara, propostos pelo Projeto Juçara, patrocinado pela Petrobras.
Resultado de uma vivência de Bioconstrução em Árvores, que aconteceu no feriado de 15 de novembro, uma casa na árvore, na sede do Instituto, no Corcovado, fará parte do novo ambiente. A proposta é ter acesso muito próximo a juçaras que crescem na área, de forma lúdica e ao mesmo tempo segura.
O convite para a realização da vivência e construção da casa partiu do IPEMA para a equipe da Tree House Community. À equipe Tree House Community que veio da Índia, juntaram-se os brasileiros treinados e capacitados por Filip Klingspies. Durante a vivência oferecida pelo IPEMA, um grupo de alunos pode acompanhar o trabalho e aprender as técnicas. Compartilharam as diversas formas de interagir com as árvores e bioconstruir uma casa na árvore com o menor impacto possível. Após o curso, a equipe permaneceu no IPEMA durante toda a semana para finalizar o espaço.
Um pouco da Tree House Community
Philipp Klimgspies, alemão, foi ainda criança para Auroville, a maior ecovila do mundo localizada na Índia. Lá aprendeu técnicas e começou sua jornada de construção de casas em árvores há pelo menos dez anos. Junto com o suíço Asim Sombray, que é marceneiro e Narayan Kuznik Defour, também alemão e carpinteiro especialista formado na França, cresceram juntos em Auroville e formaram o grupo denominado Tree House Community, aventurando-se pelo mundo com a missão de construir casas em árvores. Na Cúpula dos Povos, evento paralelo à Rio+20, conheceram Gustavo Pollmann, Gabriel Miranda e Pedro Ciocca, amantes dessa técnica e estilo de vida. Estes últimos foram capacitados por Philipp e hoje formam o Tree House Community Brasil. Junto com Philipp estão construindo sua sexta casa no Brasil e em dezembro estão indo a Brasília para mais uma empreitada. Sua jornada continuará na Amazônia, posteriormente América Central e por fim México, quando voltam para Auroville para celebrar o nascimento do filho de Asim que está por vir.
O Instituto de Permaculturas e Ecovilas da Mata Atlântica- IPEMA oferece regularmente cursos em sua sede no bairro do Corcovado, Ubatuba. Entre eles, Planejamento em Permacultura, Habitações Sustentáveis, Planejamento em Agrofloresta. É responsável pelo desenvolvimento do Projeto Juçara, que é parte do Programa Juçara, patrocinado pela Petrobras, através do programa Petrobras Ambiental. Para saber mais, visite: www.projetojucara.org.br; novo.ipemabrasil.org.br.

IPEMA recebe participantes da Rede Juçara

Representantes das entidades participantes e produtores que praticam o manejo sustentável da Palmeira Juçara estarão reunidos nos dias 2 e 3 de outubro, em Ubatuba, em uma iniciativa do IPEMA – Instituto de Permacultura da Mata Atlântica.

A reunião da Rede Juçara – REJU – se realiza em um momento importante para o fortalecimento da mesma, já que o interesse pelo manejo da espécie vem crescendo e muitas questões se colocam para as instituições que vêm trabalhando no Bioma Mata Atlântica. Estas têm o foco do trabalho principalmente voltado ao desenvolvimento da cadeia de valores da polpa dos frutos e das sementes, aliadas à conservação da espécie,dos estados do Espírito Santo até o Rio Grande do Sul.

A troca de experiências é um dos motes do encontro. Para isso, o grupo visitará a comunidade tradicional do Sertão do Ubatumirim e a Unidade de Beneficiamento construída ali com o apoio do IPEMA, durante a primeira etapa do Projeto Juçara.

Nessa oportunidade, propõem discutir os pontos levantados em cada um dos polos regionais e a inserção das instituições na rede. O IPEMA faz parte do Polo Serra e Mar, que reúne ainda a AKARUI, sediada em São Luiz do Paraitinga e a AMOQC, do Quilombo do Campinho, em Paraty. Fazer valer as diretrizes de manejo estabelecidas em processo participativo da REJU e praticar a agroecologia como estratégia de desenvolvimento e gestão territorial são dois pontos fortes definidos no encontro do polo regional e que serão levados para a REJU. Valorização das manifestações culturais, garantia dos territórios e sustentabilidade para as comunidades tradicionais; e valorizaçãodo papel da culinária na divulgação dos produtos agroecológicos locais, são algumas das estratégias de trabalho já definidas.

Além disso, fortalecer as ações para a ligação entre as diversas redes, como do Mosaico Bocaina, Fórum das Comunidades Tradicionais, AARJ, Articulação Nacional de Agroecologia – ANA, Rede de Sementes do Litoral, Rede Agroflorestal do Vale do Paraíba, entre outras.

A reunião da REJU é uma das ações propostas no Projeto Juçara, que tem o patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Ambiental. Para saber mais: www.projetojucara.org.br; www.novo.ipemabrasil.org.br; www.redejucara.org.br .

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